Talatona – O reforço da cibersegurança na África Austral consta das 24 recomendações aprovadas no 7.º Cyber Drill da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), com vista a fortalecer a cooperação regional e a capacidade de resposta às ameaças cibernéticas.
Talatona – O reforço da cibersegurança na África Austral consta das 24 recomendações aprovadas no 7.º Cyber Drill da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), com vista a fortalecer a cooperação regional e a capacidade de resposta às ameaças cibernéticas.
A orientação foi deixada sexta-feira, em Luanda, durante o encerramento do exercício, que decorreu ao longo de quatro dias e integrou o 1.º Exercício de Cooperação em Cibercrime, com um total de 268 participantes, dos quais 165 presenciais e 103 virtuais.
De acordo com os organizadores, nomeadamente a SADC, a ÁfricaCERT, o CERT-MU e o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), o evento registou 38 por cento de participação online, considerado um recorde de alcance para a região.
O pré-evento, realizado anteriormente, contou com 84 participantes virtuais.
Na cerimónia de encerramento, o representante do Secretariado da SADC, George Ah-Thew, enalteceu o desempenho de Angola, tendo afirmado que o país “fez um trabalho incrível” e estabeleceu um padrão elevado para os próximos anfitriões.
Por sua vez, a presidente da SADC para a Cibersegurança, Siphokazi Novukuza, afirmou que os desafios da cibersegurança não respeitam fronteiras, salientando que a resiliência regional depende da capacidade dos países de se prepararem, partilharem informações e responderem conjuntamente às ameaças.
As 24 recomendações aprovadas serão submetidas aos ministros das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) da SADC, em Junho de 2027, na África do Sul, para apreciação.
Entre as principais medidas propostas constam a criação de um memorando de entendimento regional (MoU), o reforço dos mecanismos de segurança do Sistema de Nomes de Domínio (DNSSEC) e da Infraestrutura de Chaves Públicas de Recursos (RPKI), bem como a implementação de mecanismos de divulgação coordenada de vulnerabilidades e a preparação para os desafios associados à computação quântica.
A organização felicitou ainda as equipas da Autoridade da Aviação Civil do Botswana, que obtiveram 320 dos 330 pontos possíveis, e os jovens angolanos vencedores do AfricaCERT Youth Hackathon, pelo contributo das novas gerações para o desenvolvimento de competências no domínio da cibersegurança.DOC/GIZ/CS




