Luanda – Trezentas e 50 reclamações foram reportadas no sector de seguros angolano durante o primeiro semestre deste ano, o que representa uma redução de 8% em relação ao período homólogo de 2025.
Luanda – Trezentas e 50 reclamações foram reportadas no sector de seguros angolano durante o primeiro semestre deste ano, o que representa uma redução de 8% em relação ao período homólogo de 2025.
Do total de reclamações, 318 foram dirigidas à seguradoras e 32 à entidades e Sociedades Geradoras de Fundo de Pensões, segundo o técnico de Conduta de Mercado e Reclamações da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG), Bráulio Cristóvão.
Duzentos e 44 processos foram encerrados e 74 estão por encerrar, conforme o responsável.
Ao apresentar o Relatório de Gestão de Reclamações do primeiro semestre, apontou o incumprimento no pagamento de indemnizações, a morosidade na regularização dos processos de sinistros, falta de comunicação e incumprimento contratual como os principais motivos de reclamações dirigidas às seguradoras.
Anotou que 85 processos foram mediados pela ARSEG.
Quanto às razões das queixas apresentadas às entidades Sociedades Geradoras de Fundo de Pensões, indicou a morosidade na resolução dos processos e comunicação deficitária.
Bráulio Cristóvão explicou que a ENSA Seguros, SanlamAllianz e a Nossa Seguros foram as entidades que mais receberam reclamações, com 62, 58 e 49, respectivamente, ao passo que a Viva Seguros teve o menor registo, com apenas oito.
Na ocasião, o director de Supervisão e Inspecção da ARSEG, Flávio Guilherme, destacou o compromisso da instituição com a promoção de uma cultura de maior qualidade no atendimento, de respeito pelos direitos dos consumidores e de responsabilidade na actuação das entidades supervisionadas. ACC/QCB



