Luanda – O secretário de Estado para a Gestão de Activos e Concessões Turísticas, Josemar Afonso, apontou esta sexta-feira, em Luanda, a capacidade colectiva de transformar os activos em valor económico, social e em prosperidade para todos como o grande desafio da próxima década.
Luanda – O secretário de Estado para a Gestão de Activos e Concessões Turísticas, Josemar Afonso, apontou esta sexta-feira, em Luanda, a capacidade colectiva de transformar os activos em valor económico, social e em prosperidade para todos como o grande desafio da próxima década.
Ao discursar no encerramento da 4ª edição do “Angola Economic Forum 2026”, sublinhou que o país tem capacidade para criar condições, investir, inovar e construir um sectro turístico próspero.
O secretário de Estado reforçou que o futuro de Angola "não será determinado apenas pelos activos que o país possui", mas pela capacidade de os transformar em prosperidade.
“Queremos desenvolver diferentes destinos, com identidades e experiências próprias capazes de fazer o visitante permanecer mais tempo, conhecer mais o país e gerar valor em diferentes regiões”, augurou.
Josemar Afonso realçou que o sector do turismo tem um papel para o desenvolvimento do país cada vez mais importante., através da transformação do seu potencial em investimento, emprego e valor para o país.
Segundo o dirigente, Angola deu passos importantes para criar condições necessárias para uma nova etapa de desenvolvimento do sector do turismo, começando por abrir o país ao mundo.
A título de exemplo, recordou que, actualmente, cidadãos de 98 países estão isentos de vistos para entrar em Angola, uma iniciativa do Executivo angolano que começa já a dar os seus resultados.
A 4ª edição do Angola Economic Forum 2026 decorreu de 22 a 25 deste mês, em Luanda, tendo abordado temas como o posicionamento internacional de Angola no contexto da diplomacia económica, integração regional e no turismo como motor da diversificação económica nacional.
Constou também da agenda do fórum temas como a “Diplomacia económica e captação de investimento directo estrangeiro em Angola” e “Angola e os Estados Unidos da América: investimento, minerais críticos e corredores estratégicos”. HM/QCB




