O coach motivacional angolano, Marco Victor, destacou cinco formas de o homem contribuir para o bem-estar da esposa durante a maternidade, sublinhando a importância da presença, da responsabilidade e do envolvimento activo em todas as etapas do processo.
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Em entrevista ao AngoRussia, o profissional defendeu que o compromisso do homem não deve terminar com o nascimento do bebé, mas começar na concepção e prolongar-se pelas fases seguintes, com atenção às necessidades da mãe e da criança.
“O homem tem de estar presente em todo o processo da maternidade, desde a concepção até ao nascimento e depois dessa fase, assumindo tanto o bebé como a mãe”, afirmou, considerando que esta participação deve resultar de uma decisão consciente e ser acompanhada de responsabilidade e fé.
Entre os aspectos que considera fundamentais, Marco Victor apontou a necessidade de o homem assumir o papel de provedor em diferentes dimensões, não se limitando ao apoio financeiro. Na sua perspectiva, a oração, o exemplo e a capacidade de orientar a família também fazem parte das responsabilidades de quem acompanha a mulher durante a maternidade.
“O homem deve ter a capacidade de ser provedor, não apenas financeiramente, mas também em oração e pelo exemplo, sendo aquele que vai à frente e abre verdadeiramente o caminho para a sua família”, salientou.
O coach motivacional chamou igualmente a atenção para a protecção emocional da mulher, sobretudo em situações delicadas, como a perda gestacional. Para Marco Victor, cabe ao homem oferecer apoio e evitar que a esposa seja exposta a comentários inconvenientes de familiares ou a pressões sociais que possam agravar o sofrimento.
“O homem deve ter a capacidade de proteger a sua mulher, sobretudo porque o processo da maternidade pode ser marcado por situações delicadas, como a perda gestacional”, explicou, acrescentando que o companheiro deve intervir perante circunstâncias que possam provocar sofrimento emocional.
Com estas reflexões, Marco Victor reforça a importância de uma participação masculina consciente e contínua, defendendo que o apoio à mulher durante a maternidade exige mais do que presença física ou estabilidade financeira: implica compromisso, sensibilidade e responsabilidade familiar.




