Luena – O alcance de uma paz duradoura no continente passa por uma agenda que privilegie a erradicação do terrorismo e dos conflitos étnicos, defendeu, esta segunda-feira, o especialista em Relações Internacionais, Gelson Jorge.
Luena – O alcance de uma paz duradoura no continente passa por uma agenda que privilegie a erradicação do terrorismo e dos conflitos étnicos, defendeu, esta segunda-feira, o especialista em Relações Internacionais, Gelson Jorge.
Em declarações à ANGOP, em alusão ao “Dia Internacional da Paz”, que hoje se assinala, o também docente entende que as violações sistemáticas das leis magnas dos Estados africanos, visando ao apego ao poder, têm contribuído negativamente para a instabilidade política no continente.
Exemplificou com os conflitos registados na República Democrática do Congo (RDC), no Ruanda, em Moçambique e na região do Sahel, bem como com o crescimento do grupo jihadista Boko Haram, que assola o Chade, o Níger e os Camarões, como alguns dos principais problemas que comprometem a paz no continente.
Conforme o académico, África precisa ultrapassar o “estágio dos conflitos internos” para garantir a paz, o progresso e o desenvolvimento, apostando, principalmente, na formação do capital humano.
Apelou aos estadistas africanos e à população em geral para cultivarem o espírito de paz, de modo a que esta seja efectiva.
O Dia Internacional da Paz é celebrado anualmente a 21 de Setembro e foi estabelecido em 1981 pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). GK/ TST/YD




