Segundo a decisão judicial, Assad foi considerado prejudicado por graves reveladas dos direitos humanos e por crimes relacionados com a repressão contra civis ao longo da guerra civil na Síria, iniciada em 2011.
O processo judicial analisou denúncias de assassinatos, detenções arbitrárias, torturas e outras ações atribuídas às forças sob o comando do antigo chefe de Estado durante o conflito, que envolveu centenas de milhares de mortos e milhões de deslocados.
A sentença representa um marco na responsabilização de figuras ligadas à guerra na Síria. No entanto, a decisão poderá ainda ser alvo dos recursos previstos pela legislação do país.




