O Alto Comando Militar que governa a Guiné-Bissau, na sequência do golpe de Estado do ano passado, anunciou esta quinta-feira (01.10), em comunicado, que não estão reunidas as condições de segurança “necessárias” para o regresso ao país do antigo Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló.
As autoridades de transição advertem que qualquer ato de desacato ou incumprimento do comunicado “será da inteira e exclusiva responsabilidade do respectivo autor”.
Segundo o comunicado a que o Correio da Kianda teve acesso, a medida baseia-se exclusivamente em razões de segurança nacional, preservação da ordem pública e prevenção de situações que possam comprometer a estabilidade e a tranquilidade social.
Na nota, o Alto Comando Militar informou igualmente que permanecem em vigor as medidas de segurança estabelecidas no quadro da Transição Política, incluindo restrições à realização de manifestações, concentrações e aglomerações de natureza política.
As autoridades advertiram que qualquer acto de desacato ou incumprimento das determinações será da responsabilidade dos respectivos autores, ficando sujeito às consequências previstas nas normas em vigor.




