RDC, Angola e Zâmbia apostam no Corredor do Lobito como eixo de integração regional

República Democrática do Congo vai lançar em abril um concurso para reabilitar a linha ferrea que liga so regiões mineiras congolesas à fronteira com Angola, prolongando o Corredor do Lobito, que terá também novo modelo de gestão.
O anúncio foi feito hoje, 5, em Luanda, pelo vice primeiro ministro da República Democrático do Congo (RDCongo), Jean-Pierre Bernba Gombo, na primeira Reunião de Alto Nivel sobre o Mecanismo de Coordenação do Corredor do Lobito (“Engine Room”).
Em declarações à Lusa, o govermante disse que está a ser preparado um concurso para & reabilitação da linha férrea, a lançar em abril, sendo a reabilitação da secção Dilolo Kolwezi considerada crucial para ligar a RiCongo ao porta de 1 abito, em Angola
Durante a sua intervenção, Jean Pierre Bemba afirmou que esta reunião estratégica marca “uma elopo decisiva na estruturação operacional do Corredor do Lobito”, classificando-o como um projecto importante para o futuro económico” da sub-região, sublinhando que não se trata apenas de um projecto de infraestruturas de transportes.
uma escolha estratégica para a transformação económica, um instrumento de soberania logistica e uma alovanca para a integração regional sustentável entre Angola, a Zambia e a RDCongo, reforçou, sendo o objetivo o de criar um corredor económica integrado, capaz de estruturar as zonas que atravessa, gerar valor a nivel local, criar empregos sustentáveis e reforçar a competitividade da Africa Austral nas cadeias de valor globais.
“A nessa abordagem é, e continuará a ser, fazer co caminho de terro uma parte integrante do desenvolvimento”, disse, acrescentando que o objectivo central desta visão é modemizar e aumentar a capacidade do eixa ferroviário de Dilolo, junto ao Luau, na fronteira leste de Angola, ate Lubumbashi, na região do Catanga, junto à fronteira com a Zambia.
O governante afirmou que esta verdadeira espinha dorsal da economia regional” pretende ser um projeto de beneficios partilhados, esperando no caso da RDCongo uma redução dos custos logisticos em pelo menos 30%, o aumento da segurança e da competitividade das exportações de cobre, cobalto, litio e produtos transformados, o desenvolvimento de polos industrials e logisticos ao longo do corredor e a criação de empregos
Segundo Jean Pierre Bemba, Angola beneficiará do aumento do tráfego ferroviario, portuario e logisticu, reforçando o papel de porta de entrada maritima para a Africa Austral, e a Zambia terá acesso navel, competitivo e diversificado ao Oceano Atlántico”, reduzindo a dependència dos corredores orientais e meridionais.



