Pelo menos 43 pessoas foram mortas por alegadas motivações políticas na África do Sul este ano, indicou um relatório, a um mês das eleições municipais previstas para 4 de Novembro.
O balanço dos homicídios com alegada conotação política, desde o início do ano, já supera o total anual registado desde que a Iniciativa Global contra a Criminalidade Organizada Transnacional (GI-TOC) começou a monitorizar a situação em 2015, indicou a organização.
Isso acontece, acrescenta, quando “os meses que apresentam mais riscos ainda estão para vir, à medida que as lutas pelo poder político se intensificam”, defendeu esta organização independente da sociedade civil, com sede em Genebra, Suíça, referindo-se aos períodos pré e pós-eleitoral.
De acordo com a base de dados da GI-TOC, foram registados 45 ataques de carácter político e 43 mortes até 30 de Setembro, visando principalmente responsáveis de partidos políticos, vereadores e autarcas locais, membros de organizações e movimentos cívicos, bem como líderes tradicionais.




