Luanda – A morte de 288 pessoas na Colômbia, em consequência do sismo de magnitude 7,4 ocorrido segunda-feira, marcou o noticiário internacional da semana que este sábado finda.
Luanda – A morte de 288 pessoas na Colômbia, em consequência do sismo de magnitude 7,4 ocorrido segunda-feira, marcou o noticiário internacional da semana que este sábado finda.
De acordo com o último balanço, 3.971 pessoas ficaram feridas e 202 continuam desaparecidas.
Dados mais recentes da Unidade Nacional de Gestão de Riscos de Desastres (UNGRD) colombiana referem que 354 pessoas foram resgatadas até ao momento dos escombros, sendo que o sismo destruiu por completo 127 edifícios e 10.677 habitações, causando ainda danos em outras 65.841 casas.
Outro assunto amplamente divulgado durante a semana foi a descoberta de oito corpos desmembrados, de sete homens e uma mulher, em duas valas numa zona mineira na província de Azuay, no Sul do Equador.
Segundo o chefe da polícia judiciária local, Pablo Inga. oParte superior do formulárioParte inferior do formulários restos mortais estavam enterrados a aproximadamente dois metros de profundidade, com as mãos amarradas e ferimentos como desmembramento e decapitação causados por facas.
Os corpos foram encontrados segunda-feira na cidade de Pucará, uma região dominada pelo grupo criminoso Los Lobos, ligado à extracção ilegal de ouro e cobre, que tem prosperado nos últimos anos.
Igualmente constituiu destaque a notícia de que o Parlamento libanês aboliu a pena de morte, tornando-se o primeiro país a dar este passo histórico na região do Médio Oriente, após mais de 20 anos sem aplicação da pena capital.
A pena de morte foi abolida terça-feira após a introdução de alterações, de modo que os crimes cometidos antes da entrada em vigor desta lei são punidos com prisão perpétua e, posteriormente, com prisão perpétua agravada.
A prisão perpétua agravada é uma pena de privação de liberdade vitalícia e de grau máximo que existe em ordenamentos jurídicos estrangeiros, como na Turquia, caracterizada por condições de reclusão muito mais severas e por restrições severas ao acesso à liberdade condicional.
A semana ficou ainda marcada pela condenação à pena de morte à revelia do ex-presidente da Síria Bashar al-Assad, por crimes contra humanidade.
Derrubado em Dezembro de 2024, um tribunal sírio considerou terça-feira o antigo Chefe de Estado responsável por vários crimes, incluindo massacres de civis, detenções arbitrárias, tortura e uso de armas químicas contra a população desde o inicio do conflito iniciado em 2011.
Assad governou o país com mão de ferro durante 24 anos, reprimindo de forma sangrenta uma rebelião que se transformou em guerra, uma das mais brutais do século XXI.
Ainda nos últimos sete dias, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos ameaçou o Irão com isolamento económico "como o mundo nunca viu", apesar de Washington ter prometido, no início de Agosto, um acordo para reabrir o estreito de Ormuz.
"Será uma combinação de isolamento económico como o mundo nunca viu e a continuação do bloqueio do estreito de Ormuz, que impedirá a entrada ou saída de qualquer coisa dos portos iranianos", disse quinta-feira Scott Bessent, numa entrevista à emissora conservadora norte-americana Newsmax. CQ/MCN




