Luanda - A morte de 35 pessoas na sequência de um incêndio num navio perto da ilha de Coron, nas Filipinas, marcou o noticiário internacional da semana que este sábado finda.
Luanda - A morte de 35 pessoas na sequência de um incêndio num navio perto da ilha de Coron, nas Filipinas, marcou o noticiário internacional da semana que este sábado finda.
O navio de passageiros incendiou-se e ardeu por completo quarta-feira na província turística de Palawan, no mar da China Meridional, após ter zarpado de Manila na terça-feira.
A bordo estavam 17 tripulantes e pelo menos 115 passageiros, incluindo dois chilenos que fazem parte das 43 pessoas que escaparam com vida.
Outro assunto amplamente divulgado durante a semana foi também a morte 25 pessoas num incêndio que deflagrou quinta-feira num navio cargueiro em manutenção no porto de Qingdao, no leste da China.
"Havia 42 pessoas a bordo do navio. Doze foram retiradas em segurança e cinco feridos foram hospitalizados, mas todos os 25 desaparecidos foram encontrados mortos", informou a agência de notícias Xinhua.
O navio estava atracado para reparação no estaleiro Beihai Shipbuilding Co., no porto de Qingdao, um importante centro de navegação na costa nordeste da China.
Igualmente constituiu destaque a vitória do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD) nas eleições de domingo no estado federado de Saxónia-Anhalt (leste), com 44,5% dos votos.
A AfD conquistou 39 assentos no Parlamento regional, sendo necessários 42 para uma maioria absoluta.
Nos últimos sete dias, a Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) divulgou mais de 70 memorandos dos serviços de informação destinados ao Presidente norte-americano sobre o grupo jihadista Al-Qaeda e o seu antigo líder, Osama bin Laden, 25 anos após os atentados de 11 de Setembro.
Adivulgação "uma transparência sem precedentes sobre o dossiê de inteligência mais sensível dos Estados Unidos, abrangendo os anos anteriores e o período seguinte a um dos momentos mais sombrios da nossa história", declarou sexta-feira a agência de informações dos EUA.
Estes relatórios presidenciais "reconstituem a história da compreensão variável dos analistas da CIA sobre a Al-Qaeda e os seus esforços para revelar os planos de atentados de Osama bin Laden, apesar de informações escassas, vagas e imperfeitas", acrescentou a agência.
Ainda durante a semana, o Reino Unido estimou que mais de 500 mil soldados russos morreram na Ucrânia desde o início da invasão em grande escala, em Fevereiro de 2022.
De acordo com o Ministério da Defesa do Reino Unido, as forças armadas russas também perderam uma quantidade "enorme" de material militar.
As perdas incluem mais de 10 mil veículos blindados, cerca de três mil sistemas de defesa aérea e de artilharia e mais de 370 aeronaves e helicópteros. MCN




