Moscovo - A Rússia libertou hoje o ex-fuzileiro naval norte-americano Robert Gilman, de 32 anos, detido em 2022, que segue para um hospital militar nos Estados Unidos da América (EUA), onde será submetido a avaliações médicas e psicológicas.
Moscovo - A Rússia libertou hoje o ex-fuzileiro naval norte-americano Robert Gilman, de 32 anos, detido em 2022, que segue para um hospital militar nos Estados Unidos da América (EUA), onde será submetido a avaliações médicas e psicológicas.
Segundo Eric Lebson, director da associação Global Reach, Gilman está a caminho de uma unidade hospitalar militar no Texas, após mais de quatro anos sob custódia das autoridades russas.
A família do antigo militar deslocou-se ao Texas para o receber, incluindo a mãe, que se encontrava na Rússia na tentativa de o visitar durante o internamento hospitalar, de acordo com o canal televisivo CBS News.
Robert Gilman foi inicialmente condenado, em 2022, a três anos e meio de prisão, após ter sido considerado culpado de agredir um agente da polícia, na sequência de um incidente ocorrido num comboio, onde alegadamente provocava distúrbios.
Posteriormente, foi alvo de novas condenações por agressão a um inspector prisional, a um investigador e a um guarda da prisão. Em Outubro de 2024, a pena foi fixada em oito anos e um mês de prisão.
No ano passado, a sentença foi agravada para 10 anos, depois de ter sido novamente considerado culpado de agressões contra guardas prisionais.
Na semana passada, a família e a organização Global Reach alertaram que Gilman se encontrava gravemente doente e em risco de vida.
De acordo com Eric Lebson, o ex-fuzileiro permanecia há 47 dias em estado de estupor dissociativo, alegadamente em consequência de abusos sofridos durante o período de detenção. CV




