Nova Iorque - O secretário-geral da ONU, António Guterres, felicitou a vencedora do Prémio Nobel da Paz, a juíza sul-africana Navi Pillay, destacando a sua actuação desde os tribunais sul-africanos até o mais alto escalão da ONU como alta comissária para os Direitos Humanos.
Nova Iorque - O secretário-geral da ONU, António Guterres, felicitou a vencedora do Prémio Nobel da Paz, a juíza sul-africana Navi Pillay, destacando a sua actuação desde os tribunais sul-africanos até o mais alto escalão da ONU como alta comissária para os Direitos Humanos.
Para o líder das Nações Unidas, Navi Pillay demonstrou que a força da lei deve prevalecer sobre a lei da força, e que defender os direitos humanos é a salvaguarda mais segura contra a injustiça, segundo a ONU News.
Guterres declarou ainda que a escolha para o prémio, anunciada na sexta-feira, é um tributo a todos que trabalham para defender o direito internacional e garantir paz, justiça e dignidade humana.
Vitória colectiva para os direitos humanos
Nas Nações Unidas, o actual chefe dos Direitos Humanos, Volker Turk, classificou a nomeação concedida à sua antecessora como uma autêntica “vitória colectiva para os direitos humanos”. Durante uma colectiva de imprensa, parabenizou aquela a quem chamou de “irmã mais velha” pela conquista “absolutamente fantástica”.
Com o reconhecimento histórico, Pillay torna-se a quinta cidadã sul-africana a receber o Prémio Nobel da Paz, com o seu nome ao lado de gigantes que lutaram contra a opressão.
Junta-se ao primeiro africano laureado, em 196, Albert Lutuli, ao falecido arcebispo Desmond Tutu em 1984, e aos líderes Nelson Mandela e F.W. de Klerk, que dividiram o Nobel em 1993 por negociarem o fim do apartheid e conduzirem a transição democrática da África do Sul. ADR




