Kinshasa - Os sindicatos do sector de saúde na República Democrática do Congo (RDC) suspenderam a greve de quase seis semanas, durante a qual reivindicavam os seus direitos, e retornam hoje à normalidade.
Kinshasa - Os sindicatos do sector de saúde na República Democrática do Congo (RDC) suspenderam a greve de quase seis semanas, durante a qual reivindicavam os seus direitos, e retornam hoje à normalidade.
Os sindicatos dos Médicos Congoleses (Symeco) e Nacional dos Médicos (Symeco) declararam em comunicado à imprensa o seu retorno às funções, tendo em conta os progressos significativos alcançados, incluindo a integração efectiva do pagamento suplementar na folha de pagamento regular em Julho de 2026.
Segundo uma análise do documento, publicada pela Actualité.CD, as organizações também mencionaram a inclusão automática de alguns médicos na folha de pagamento de Julho de 2026 como uma das conquistas alcançadas.
Entre os resultados, destacaram-se também a realização de reuniões de coordenação para 800 médicos que recebem o pagamento suplementar e a confirmação da regularização da sua situação administrativa.
Os membros da Symeco decretaram o retorno ao trabalho, mas a Synamed lembrou ao Governo congolês que a suspensão não significa o fim da greve, pois ainda existem obrigações pendentes, conforme indicado no comunicado.
Entre essas medidas, mencionou a promoção de médicos que trabalham no exército, na polícia nacional, no ensino superior e na pesquisa científica, os pagamentos dos três meses de salários atrasados correspondentes a Abril, Maio e Junho de 2026, bem como dos salários daqueles que foram promovidos, mas receberam ordenados menores.
O sindicato também espera que os novos médicos continuem a receber o adicional de risco e que seja criado um outro para apoiar aqueles que trabalham em áreas remotas.
A greve começou em 3 de Julho com os membros da Symeco e foi seguida, em 7 do mesmo mês, pelos membros da Synamed, afectando todas as províncias e impactando todos os serviços. MCN




