Washington - O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje, mais uma vez, estar "aberto" a negociações com o Irão, visando encerrar o conflito iniciado em Fevereiro por ataques israelitas e norte-americanos.
Washington - O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje, mais uma vez, estar "aberto" a negociações com o Irão, visando encerrar o conflito iniciado em Fevereiro por ataques israelitas e norte-americanos.
"A nação iraniana, em dificuldades, quer fechar um acordo, rápida e desesperadamente. Decidirei se os Estados Unidos optarão ou não por se envolver, uma ideia para a qual permanecemos abertos", declarou o Presidente norte-americano numa publicação na rede Truth Social.
Numa outra mensagem no Truth Social, Trump insistiu que a sua ofensiva impediu o Irão de obter uma arma nuclear e previu que "o petróleo vai cair a pique assim que terminar o conflito militar com o Irão", algo que, afirmou, "não demorará muito" a acontecer.
Os Estados Unidos estão há mais de meio ano numa guerra contra o Irão que não alcançou o objectivo declarado de derrubar o regime dos aiatolas e que ameaça penalizar os republicanos nas eleições legislativas de 3 de Novembro devido ao aumento do preço do petróleo resultante do bloqueio do estreito de Ormuz.
Washington e Teerão mantiveram numerosas rondas de conversações para pôr fim ao conflito e chegaram mesmo a assinar um memorando de entendimento em Junho, mas os cessar-fogos foram quebrados após ataques cruzados no Golfo Pérsico.
O Presidente norte-americano também afirmou, na sua rede social, que o petróleo está a fluir através do estreito de Ormuz graças aos Estados Unidos e considerou que os restantes países do mundo deveriam "reembolsar os Estados Unidos" por isso, dado que "não prestaram qualquer ajuda" durante a guerra.
Perante as informações publicadas pela imprensa sobre a preocupação entre os comandos militares norte-americanos com a escassez de munições para o conflito, Trump escreveu no Truth Social que "os Estados Unidos estão a produzir mais armas sofisticadas" do que nunca na sua história.
"As nossas fábricas de defesa funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana", escreveu o Presidente, que destacou a produção de mísseis Patriot, sistemas de defesa THAAD e Tomahawk. OHA




