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Na sua página oficial, o líder do PRAJA-Servir Angola, Abel Chivukuvuku, diz a que prioridade da sua formação política é a de transformar as potencialidades de Angola em oportunidades para o povo.
Para isso, o político acredita ser necessário começar pela moralização da sociedade, promovendo uma cultura de integridade, responsabilidade e respeito pelos bens públicos.
"Os recursos do Estado devem ser geridos com transparência e aplicados em iniciativas que respondam às necessidades da população", destacou, frisando que na economia, o seu partido pretende valorizar a produção nacional, criar condições para o crescimento das pequenas e médias empresas, incentivar o empreendedorismo e promover um ambiente favorável ao investimento e à criação de empregos.
"Angola precisa de produzir mais, diversificar a sua economia e reduzir a dependência excessiva do petróleo", referiu, sublinhando que na agricultura, os apoios devem ser dados a quem trabalha a terra, estimula a produção e melhora as condições de conservação, transporte e comercialização dos produtos.
Na sua opinião, na indústria "é fundamental criar condições para transformar as matérias-primas nacionais, gerar valor acrescentado e abrir novas oportunidades de emprego".
"Para a juventude, defendemos mais oportunidades de formação, acesso ao emprego e apoio à iniciativa empreendedora. Os jovens não devem ser vistos apenas como o futuro de Angola, mas como uma força indispensável para o desenvolvimento do país no presente", aludiu.
Defendeu a criação de condições para que o talento juvenil, a sua criatividade e a sua capacidade de trabalho possam produzir resultados.
Na educação e na saúde, Abel Chivukuvuku diz que a prioridade deve ser melhorar a qualidade dos serviços, reforçar a capacidade de resposta das instituições e garantir que os cidadãos tenham acesso a serviços essenciais com dignidade.
"O lugar onde uma pessoa nasce ou a sua condição económica não devem determinar as oportunidades que terá ao longo da vida", salientou, defendendo, igualmente, um desenvolvimento equilibrado, que não deixe para trás as comunidades rurais e as regiões mais afastadas dos grandes centros urbanos.
"O acesso à água potável, à energia eléctrica, às infra-estruturas e aos serviços essenciais deve fazer parte de uma estratégia que aproxime o desenvolvimento das populações", notou
Mas transformar estas prioridades em resultados, de acordo com o líder do PRAJA-Servir Angola, exige também instituições responsáveis, metas claras, boa gestão dos recursos públicos e mecanismos de acompanhamento que permitam avaliar o que está a ser feito.
"Uma governação séria deve definir prioridades, executar políticas públicas e prestar contas aos cidadãos. É por isso que o PRA-JA SERVIR ANGOLA apresenta uma visão de governação orientada para os desafios reais do país e para a necessidade de construir soluções sustentáveis", informou, reconhecendo que a transformação de um País não acontece de um dia para o outro, mas exige determinação e participação dos cidadãos.
"O PRA-JA SERVIR Angola acredita que o País pode construir um futuro diferente, desde que a governação seja orientada por uma visão clara, prioridades responsáveis e um compromisso permanente com os cidadãos", finalizou.




