A 4ª edição do Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz e Não-Violência encerrou, hoje, com o compromisso de adoptar diplomacia da água como eixo prioritário para a agenda de segurança e política externa.
A recomendação foi consta no comunicado final do evento lido pelo secretário de Estado e porta-voz da Bienal, Nuno Caldas.
Segundo o documento, o encontro solicitou a elaboração de um roteiro de implementação de um portfólio do projeto emblemáticos sobre a água, a paz e a juventude.
Por outro lado, recomendaram o fortalecimento de um quadro institucional e financeiro para a Bienal incluindo a aliança de parceiros e a consolidação de um secretariado permanente com capacidades técnicas recursos adequados para garantir a continuidades das iniciativas.
Recomendaram, também, a promoção da integração formal das organizações de mulheres e das comunidades locais na governança hídrica desde a sua concessão, garantindo a equidade, a proteção dos direitos humanos e a valorização no conhecimento científico local.
Estimular a criação de mar regulatórios atrativos para captar investimento privados e dinamizar os mecanismos inovatórios de financiamento e cooperação internacional para a construção e manutenção das infraestruturas hídricas resilientes, elevar os investimentos nos centros de formação técnica e nas instituições do ensino superior no continente africano assegurando por isso mesmo, a captação contínua de especialistas em hidrografia, gestão de ativos e governança do clima.
Os participantes saudaram a liderança e empenho Presidente da República, João Lourenço, na promoção da paz e da reconciliação em África e reconheceram de boa forma o papel do governo angolano, da União Africana e da UNESCO na consolidação da Bienal de Luanda como plataforma continental de diálogo, cooperação e mobilização a favor da paz, da reconciliação de conflitos e o desenvolvimento do continente africano.




