Representantes dos diferentes departamentos ministeriais estiveram, quinta-feira, reunidos, em Luanda, para preparar as condições com vista à realização da 4.ª edição da Bienal de Luanda – Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz e Não-Violência, a realizar-se em Outubro deste ano.
A 2.ª reunião da Comissão Multissectorial foi presidida pelo secretário de Estado para a Cooperação Internacional e Comunidades Angolanas do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Domingos Custódio Vieira Lopes.
Participaram no encontro, dentre outras personalidades, os secretários de Estado dos Ministérios do Interior, Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação; Ambiente, Saúde, Energia e Águas; Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Cultura, bem como o vice-governador de Luanda para o sector Político e Social.
A reunião visou avaliar o nível de preparação da próxima edição da Bienal e reforçar a articulação entre os diferentes sectores envolvidos na organização do evento.
No primeiro ponto da agenda, o embaixador Sita José, coordenador do Comité Nacional de Gestão da Bienal de Luanda, apresentou uma sessão informativa sobre os preparativos da 4.ª edição, com incidência sobre as principais linhas programáticas, organizativas e operacionais.
Durante a reunião, foi efectuada a repartição de tarefas essenciais pelos diferentes sectores, numa perspectiva de coordenação institucional, tendo sido apreciadas propostas relativas à realização de eventos paralelos e ao cronograma das principais acções preparatórias.
A 4.ª edição da Bienal de Luanda terá lugar em Outubro deste ano na capital do país, sob o lema “Reforço da governação da água em África como instrumento de prevenção, mediação e resolução de conflitos”. A escolha do tema coloca a água no centro do debate sobre paz, segurança, desenvolvimento sustentável e cooperação no continente africano.
A escassez de recursos hídricos, a gestão de bacias e aquíferos transfronteiriços, a poluição e os efeitos das alterações climáticas constituem desafios com impacto nas comunidades e podem agravar tensões sociais, migrações e conflitos.




