As condições técnicas, tecnológicas e de hospedagem para a 4.ª edição da Bienal de Luanda, agendada para os dias 22 e 23 deste mês, estão plenamente asseguradas.
A garantia foi dada ontem, na capital angolana, pelo secretário de Estado para a Comunicação Social, Nuno Caldas Albino.
O responsável fez as declarações à imprensa, no termo da II reunião da Comissão Multissectorial da Bienal de Luanda, orientada pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio da Fonseca, em representação da ministra de Estado para a Área Social. “No cômputo geral, as condições para acolher o evento,a partir do dia 22 de Outubro, estão todas criadas”, garantiu o secretário de Estado.
De acordo com o também porta-voz da Bienal, a realização da reunião teve como objectivo fazer o ponto de situação dos trabalhos até ao momento realizados pelos vários sectores integrantes da Comissão Multissectorial.
Nuno Caldas Albino ressaltou que durante o encontro foi avaliada e apresentada a nota conceptual da 4.ª edição da Bienal de Luanda, incluindo os programas paralelos que estarão acoplados ao programa geral, com destaque para o diálogo inter-geracional, entre os Chefes de Estado e de Governo, líderes juvenis e representantes das organizações de todo o continente.
O porta-voz do evento referiu, ainda, que a Comissão Multissectorial avaliou a componente músico-cultural, que vai decorrer no dia 22, no período da noite, bem como outras acções artísticas agendadas para o dia 23.
Além da avaliação dos aspectos técnicos, tecnológicos e de hospedagem, Nuno Caldas Albino explicou que a reunião permitiu avaliar a componente sobre o asseguramento, incluindo questões de saúde, que visa garantir a segurança e estabilidade dos participantes antes, durante e depois do evento.
No entender do secretário de Estado para Comunicação Social, o tema da 4.ª edição da Bienal de Luanda, designadamente “Reforço da governação da água em África como instrumento de prevenção, mediação e resolução de conflitos”, não deve ser apenas entendida como uma questão ambiental ou económica, mas também uma questão de paz e de segurança.
O secretário de Estado sublinhou que o tema está em perfeita consonância com o lema da União Africana para 2026: “Assegurar a disponibilidade sustentável de água e sistemas de saneamento seguros para alcançar os objectivos da Agenda 2063”.
“Importa referir que este é um importante evento que é realizado pelo Governo da República de Angola, União Africana e UNESCO, e representam um compromisso para o diálogo para a paz, o diálogo entre os povos e, sobretudo, a prevenção de conflitos”, ressaltou.




