O Discurso sobre o Estado da Nação proferido, ontem, pelo Presidente da República, na abertura da 5.ª Sessão Legislativa da V Legislatura, mereceu uma avaliação positiva do Corpo Diplomático acreditado em Angola, que destacou as conquistas alcançadas, a visão para o futuro e o posicionamento do país no cenário internacional. O posicionamento unânime foi manifestado pelos embaixadores de Israel, Venezuela, França, Noruega e Cuba.
O embaixador de Israel em Angola, Léo Vinoveski, considerou que as conquistas relatadas pelo Presidente João Lourenço são motivo de orgulho para os angolanos e para os parceiros internacionais.
“Estou a sair daqui muito contente pelas conquistas. Hoje é um dia de festa”, afirmou o diplomata, sublinhando que os pontos abordados nos domínios da Educação, Emprego e Juventude representam “oportunidades para um futuro brilhante”.
Por sua vez, a embaixadora da Venezuela, Belén Orsini Pic, enalteceu a trajectória de Angola e o seu posicionamento internacional, valorizando o prestígio do país no continente.
O papel de João Lourenço como Campeão da Paz da União Africana e o sucesso da presidência angolana na organização continental são, na óptica da diplomata, ganhos que consolidam o país na comunidade internacional.
A embaixadora da França, Sophie Aubert, classificou o discurso como encorajador por detalhar as bases fundadas para o crescimento nacional.
“ É um documento que vai ficar na memória de quem quer saber onde Angola está e qual é a sua visão de futuro “, referiu, ao destacar o papel do Presidente na estabilidade regional, por entender que sem paz não há desenvolvimento humano.
Já a chefe adjunta da Missão Diplomática da Noruega, Juni Solbraekke, destacou o interesse do seu país em acompanhar as prioridades angolanas, com foco no desenvolvimento económico das indústrias de petróleo e gás, lembrando que a cooperação bilateral há uma década abrange economia, justiça e direitos humanos.
No encerramento das reacções diplomáticas, o embaixador de Cuba em Angola, Oscar González, considerou que a mensagem presidencial resume com elevado equilíbrio o trabalho árduo realizado ao longo de dois mandatos consecutivos.
O diplomata cubano realçou a postura realista do Estadista angolano, que preferiu afastar-se de discursos triunfalistas para apontar, com total transparência e coragem política, tanto os avanços históricos já alcançados em benefício da população quanto as matérias estruturais que ainda se encontram pendentes na agenda do Executivo.
Na visão do embaixador, esta honestidade reforça a confiança interna e eleva o prestígio de Angola perante a comunidade internacional.
DOM AFONSO NUNES:“Mais esperança nas iniciativas”
“Foram ditas boas coisas e esperamos que algumas promessas sejam concretizadas, nomeadamente no acabamento das obras paralisadas e daquelas que estão em fase de inauguração. Pedimos encarecidamente ao Senhor Presidente que faça cumprir as suas promessas”.
MILCA CAQUESSE:“Narrativa do Presidente foi bastante pertinente”
“O Presidente João Lourenço fez uma narrativa bastante pertinente do compromisso do Executivo. Ficou claro o investimento em vários sectores e, de forma especial, o investimento no capital humano. São estes os pilares que permitem transformar intenções em resultados concretos para as famílias”.
FELIZARDO FERREIRA:“Investimentos e melhoria das condições de vida”
“É necessário reforçar os investimentos e melhorar as condições de vida da população. O Presidente apontou para a articulação entre os programas de formação e as necessidades do sector Produtivo, de modo a facilitar a adequação entre o perfil, as qualificações e as oportunidades reais”.
FELIZARDO FERREIRA:“Investimentos e melhoria das condições de vida”
“É necessário reforçar os investimentos e melhorar as condições de vida da população. O Presidente apontou para a articulação entre os programas de formação e as necessidades do sector Produtivo, de modo a facilitar a adequação entre o perfil, as qualificações e as oportunidades reais”.
ADALBERTO JÚNIOR:“Presidente trouxe lista de realizações”
“Mais uma vez, ao longo deste mandato, o Presidente da República traz à Assembleia Nacional a lista dos ministérios, a lista das realizações. Eu fiz uma experiência no plano pessoal. Ter um país bom não é ter uma longa lista de realizações. Porque nesta longa lista falta coesão, falta diálogo, falta concertação e inclusão”.
AMADEU AMORIM:“Jovens devem dar a conhecer Angola”
“Achei maravilhoso, achei muito forte a explicação do nosso Presidente sobre o que foi feito no nosso país, o que está por fazer e, sobretudo, a aposta num futuro melhor para Angola. Apontou para os jovens a possibilidade de manterem este país de pé, de terem emprego, de terem um melhor salário e de darem a conhecer Angola ao mundo”.
GILDO MATIAS:“Diversificação da economia”
“A diversificação económica constitui um dos aspectos fundamentais da mensagem presidencial, na medida em que cria as condições para o desenvolvimento de novas actividades produtivas e reduz a dependência das importações”.
REI DO KONGO:“Promessas devem ser cumpridas”
“A intervenção foi óptima. Foram ditas boas coisas e esperamos que algumas promessas sejam concretizadas, nomeadamente no acabamento das obras paradas e daquelas que estão em fase de inauguração. Pedimos encarecidamente ao Senhor Presidente que faça cumprir as suas promessas”.
rainha nhakatolo“Há uma esperança do desenvolvimento”
“Os números mostram aquilo que tem sido feito. O país tem conhecido algum crescimento. Têm sido dados vários passos na execução de vários projectos. Por isso, há alguma esperança em termos de desenvolvimento do país”.
MÁRIO MIGUEL:“País deve reforçar qualidade das políticas”
“Temos de reconhecer que há avanços reconhecíveis em matéria de estabilidade macroeconómica, expansão da rede social, melhoria das condições de trabalho dos professores e profissionais de saúde, e o reforço das infra-estruturas. O país deve continuar a reforçar a qualidade das políticas públicas e apostar numa educação transformadora”.
ISMAEL MARTINS:“Confiança para construir o país”
“Só com determinação, só com confiança, só com patriotismo é que nós, os angolanos, juntos, a pensarmos juntos e a agirmos todos em conjunto, iremos construir esse nosso país”.
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