Continuar a ler
Adalberto Costa Júnior (ACJ), que começou por elogiar algumas medidas dos governos de João Lourenço, afirmou, no entanto, que os discursos oficiais e os dados estatísticos governamentais continuam distantes da realidade concreta vivida nos mercados e nos lares angolanos.
De baterias apontadas para os jovens, num País onde o crescimento da economia não acompanha o acelerado crescimento populacional, o líder da UNITA criticou a falta de oportunidades de emprego, de formação e de rendimento para os jovens, o que pode transformar o crescimento demográfico numa fonte de tensão social, ao invés de representar uma vantagem para o desenvolvimento do País.




