Um total de 445 oficiais superiores do Exército, um dos ramos das Forças Armadas Angolanas (FAA), foi capacitado em matérias de planeamento, direcção e assessoria aos escalões superiores de comando durante o ano académico 2025/2026.
A formação ocorreu no âmbito do 2.º Curso de Comando e Estado-Maior, do 4.º Curso de Promoção a Oficial Superior e do 5.º Curso de Promoção a Capitão, encerrados na última sexta-feira, no Instituto Superior do Exército (ISEX), na província do Huambo.
Com a duração de dez meses, as formações abrangeram capitães, majores, tenentes-coronéis e coronéis. Os graduados passam agora a dispor de conhecimentos reforçados para dinamizar as operações do Exército.
Ao discursar no encerramento, o comandante da Região Militar Centro — que abrange as províncias do Huambo, Benguela, Bié e Cuanza-Sul —, general Simão Carlitos “Wala”, apelou aos oficiais para aplicarem os conhecimentos adquiridos nas suas respectivas unidades.
O general destacou que os conteúdos ministrados são fundamentais para o domínio da ciência e da arte militar, bem como para o desenvolvimento das capacidades de inteligência, resiliência e dos valores da vida castrense, como a honra, a disciplina e o serviço à Pátria.
Para o comandante, o ensino militar é o “cimento” que assegura a coerência e a máxima utilização das capacidades operacionais no emprego das forças, no uso correcto dos recursos materiais e sistemas de armas, e no fortalecimento da reflexão operacional.
Face à rápida evolução das ameaças globais, o general Wala defendeu a continuidade da formação e a actualização permanente dos conteúdos curriculares.
“O verdadeiro oficial nunca cessa de aprender. Deve estar sempre pronto a servir com coragem, obediência e sacrifício”, afirmou.
Nesta perspectiva, defendeu que as instituições de ensino militar acompanhem a evolução tecnológica, dando maior atenção a matérias ligadas a drones, robotização, mísseis supersónicos, ciberespaço, campo magnético e redes sociais.
Segundo o oficial general, o domínio dessas áreas é vital para aumentar a eficácia da planificação nos níveis estratégico, operacional e táctico.
“Os desafios são enormes, não só para o Exército, mas também para o país. Isso remete-nos para a necessidade de estarmos cada vez mais preparados e profissionais, de modo a responder às exigências territoriais”, apontou.
Para o general Wala, a arte militar exige uma procura permanente de conhecimento perante a velocidade das novas tecnologias.
O comandante concluiu definindo o Exército como um sistema assente em três componentes fundamentais — física, intelectual e moral —, que se devem traduzir em capacidades operacionais sustentadas na história, na cultura militar e na experiência adquirida no teatro de operações.
Na ocasião, enalteceu o desempenho de docentes e formandos pela competência demonstrada.
Oficiais destacam valor da formação
A capitã Laura Paquete, que discursou em representação de todos os formandos, enfatizou que os conhecimentos técnicos e tácticos adquiridos ao longo dos dez meses de curso constituem ferramentas indispensáveis para a orientação profissional e para o desenvolvimento de carreira dos efectivos.
A oficial sublinhou que a formação contínua é o pilar que sustenta a modernização institucional, permitindo que os quadros respondam com maior prontidão e eficácia aos desafios contemporâneos de defesa territorial. Com este incremento de competências, os graduados assumem agora o compromisso de actuar como agentes multiplicadores de conhecimento nas suas respectivas unidades.Adolfo Mundombe | Huambo
Um total de 445 oficiais superiores do Exército, um dos ramos das Forças Armadas Angolanas (FAA), foi capacitado em matérias de planeamento, direcção e assessoria aos escalões superiores de comando durante o ano académico 2025/2026.
A formação ocorreu no âmbito do 2.º Curso de Comando e Estado-Maior, do 4.º Curso de Promoção a Oficial Superior e do 5.º Curso de Promoção a Capitão, encerrados na última sexta-feira, no Instituto Superior do Exército (ISEX), na província do Huambo.
Com a duração de dez meses, as formações abrangeram capitães, majores, tenentes-coronéis e coronéis. Os graduados passam agora a dispor de conhecimentos reforçados para dinamizar as operações do Exército.
Ao discursar no encerramento, o comandante da Região Militar Centro — que abrange as províncias do Huambo, Benguela, Bié e Cuanza-Sul —, general Simão Carlitos “Wala”, apelou aos oficiais para aplicarem os conhecimentos adquiridos nas suas respectivas unidades.
O general destacou que os conteúdos ministrados são fundamentais para o domínio da ciência e da arte militar, bem como para o desenvolvimento das capacidades de inteligência, resiliência e dos valores da vida castrense, como a honra, a disciplina e o serviço à Pátria.
Para o comandante, o ensino militar é o “cimento” que assegura a coerência e a máxima utilização das capacidades operacionais no emprego das forças, no uso correcto dos recursos materiais e sistemas de armas, e no fortalecimento da reflexão operacional.
Face à rápida evolução das ameaças globais, o general Wala defendeu a continuidade da formação e a actualização permanente dos conteúdos curriculares.
“O verdadeiro oficial nunca cessa de aprender. Deve estar sempre pronto a servir com coragem, obediência e sacrifício”, afirmou.
Nesta perspectiva, defendeu que as instituições de ensino militar acompanhem a evolução tecnológica, dando maior atenção a matérias ligadas a drones, robotização, mísseis supersónicos, ciberespaço, campo magnético e redes sociais.
Segundo o oficial general, o domínio dessas áreas é vital para aumentar a eficácia da planificação nos níveis estratégico, operacional e táctico.
“Os desafios são enormes, não só para o Exército, mas também para o país. Isso remete-nos para a necessidade de estarmos cada vez mais preparados e profissionais, de modo a responder às exigências territoriais”, apontou.
Para o general Wala, a arte militar exige uma procura permanente de conhecimento perante a velocidade das novas tecnologias.
O comandante concluiu definindo o Exército como um sistema assente em três componentes fundamentais — física, intelectual e moral —, que se devem traduzir em capacidades operacionais sustentadas na história, na cultura militar e na experiência adquirida no teatro de operações.
Na ocasião, enalteceu o desempenho de docentes e formandos pela competência demonstrada.
Oficiais destacam valor da formação
A capitã Laura Paquete, que discursou em representação de todos os formandos, enfatizou que os conhecimentos técnicos e tácticos adquiridos ao longo dos dez meses de curso constituem ferramentas indispensáveis para a orientação profissional e para o desenvolvimento de carreira dos efectivos.
A oficial sublinhou que a formação contínua é o pilar que sustenta a modernização institucional, permitindo que os quadros respondam com maior prontidão e eficácia aos desafios contemporâneos de defesa territorial. Com este incremento de competências, os graduados assumem agora o compromisso de actuar como agentes multiplicadores de conhecimento nas suas respectivas unidades.



