A política do Governo angolano de buscar investimentos para o sector da refinação é uma política “bastante importante e actuante neste momento”, segundo o presidente e CEO da TotalEnergies, Patrick Pouyanné.
Recebido pelo Presidente da República, João Lourenço, em audiência, esta quarta-feira, no Palácio Presidencial, em Luanda, Patrick Pouyanné disse que a crise no estreito de Hormuz veio demonstrar ao mundo que a segurança em termos de cadeias logísticas de abastecimento é bastante importante.
O CEO explicou que as refinarias constituem peças fundamentais para todos os países, incluindo Angola, um país exportador de petróleo bruto e importador de produtos acabados, como gasolina e gasóleo.
A reunião com João Lourenço decorreu no mesmo dia em que Luanda acolhe a sétima edição da Conferência Angola Oil & Gas 2026, que vai permitir também fazer um balanço da evolução da indústria ao longo dos últimos anos.
O encontro serviu ainda para abordar a actividade da TotalEnergies em Angola e projectos em curso no Bloco 32 e no projecto Kaombo e de questões sobre a prorrogação de licenças com novos termos.
Para a companhia, disse Patrick Pouyanné, 2026 assume um significado particular, por ser o ano em que a Sonangol assinala 50 anos de existência e em que a TotalEnergies celebra duas décadas de actividade associada ao Bloco Dália, um dos projectos que contribuíram para níveis elevados de produção petrolífera em Angola.
Patrick Pouyanné descreveu o momento como uma ocasião de celebração para a empresa, mas também como uma oportunidade para avaliar os resultados alcançados e perspectivar uma nova fase de investimentos no país.




