Luanda – O Presidente da República, João Lourenço, manifestou, esta quinta-feira, profunda solidariedade ao povo e às autoridades do Nepal, na sequência do terramoto ocorrido quarta-feira, que provocou, até ao momento, 360 mortes e o desaparecimento de mil e 300 pessoas.
Luanda – O Presidente da República, João Lourenço, manifestou, esta quinta-feira, profunda solidariedade ao povo e às autoridades do Nepal, na sequência do terramoto ocorrido quarta-feira, que provocou, até ao momento, 360 mortes e o desaparecimento de mil e 300 pessoas.
Numa mensagem endereçada ao Presidente do Nepal, Ram Chandra Poudel, o Chefe de Estado angolano lamenta a situação difícil que o país enfrenta e apresenta condolências às famílias pelas vítimas.
“Tenho acompanhado com bastante pesar a situação difícil que o vosso país enfrenta, em consequência do terramoto ocorrido no passado dia 26 de Agosto, com perdas humanas e materiais avultadas”, lê-se na mensagem a que ANGOP teve acesso.
João Lourenço reconhece, igualmente, o trabalho das estruturas competentes nepalesas no socorro e assistência às vítimas, e manifesta confiança na capacidade das autoridades para levar conforto aos sinistrados e seus familiares.
“Queira aceitar, Excelência, a expressão da nossa amizade e simpatia neste momento de grandes provações a que o povo nepalês faz face”, sublinha a mensagem presidencial
De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), a inundação terá sido desencadeada pelo colapso de um glaciar, fenómeno de grande intensidade que provocou um sismo de magnitude 5,2 e deslizamentos de terra.
No Nepal, as cheias atingiram o vale do rio Trishuli, no distrito de Nuwakot, a norte de Katmandu, e o vale do rio Bhotekoshi, a leste da capital.
As zonas mais afectadas incluem o distrito montanhoso de Rasuwa, com uma população estimada em cerca de 50 mil habitantes e onde estão localizados vários projectos hidroeléctricos.
As autoridades nepalesas mantêm as operações de socorro e de localização dos desaparecidos, enquanto equipas especializadas trabalham para prestar assistência às populações afectadas pela catástrofe.ART




