Talatona – O líder da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo “Os Tocoístas”, Afonso Nunes, defendeu, domingo, em Luanda, a preservação da memória histórica de Angola e o reforço da reconciliação nacional.
Talatona – O líder da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo “Os Tocoístas”, Afonso Nunes, defendeu, domingo, em Luanda, a preservação da memória histórica de Angola e o reforço da reconciliação nacional.
Afonso Nunes fez esta declaração à imprensa, à margem do Culto de Acção de Graças que marcou o encerramento das celebrações dos 75 anos desde o atentado contra o Profeta Simão Gonçalves Toco, fundador do Tocoísmo, ocorrido a 13 de Setembro de 1951, em Caconda, província da Huíla.
O líder espiritual destacou a necessidade de preservar os acontecimentos e as figuras que marcaram a história de Angola, considerando a memória colectiva um instrumento importante para a compreensão do passado e a construção de uma sociedade mais unida.
Afonso Nunes realçou a importância da preservação da história da Igreja Tocoísta e do seu fundador, Simão Gonçalves Toco, bem como do seu contributo para o processo de libertação nacional e para as iniciativas de busca da paz.
Segundo o líder religioso, a preservação da memória histórica permite às novas gerações conhecer os acontecimentos que marcaram o país, valorizar os seus protagonistas e retirar ensinamentos do passado.
O líder tocoísta revelou ainda que a Igreja dispõe de documentos e registos audiovisuais relacionados com a participação de Simão Gonçalves Toco no processo de libertação nacional e nas iniciativas de busca da paz.
Parte deste acervo, explicou, foi solicitada pelo Ministério da Cultura e deverá ser disponibilizada para integrar o espaço destinado à preservação da memória nacional.
“Vamos colocar a nossa história, os vídeos que temos da participação do Simão Gonçalves Toco nesse processo de libertação, da procura de paz”, afirmou.
Acrescentou que a Igreja Tocoísta vai trabalhar com a equipa do Ministério da Cultura para a organização e disponibilização dos materiais históricos.
Na ocasião, Afonso Nunes recordou também os dias 9 de Setembro de 1949 e 13 de Setembro de 1950 como datas marcantes na história do Tocoísmo, sublinhando a necessidade de preservar a memória da Igreja e do seu fundador no contexto da história nacional.DOC/GIZ/ART




