O ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República, João Ernesto dos Santos “Liberdade”, apelou aos Oficiais Generais recentemente empossados para que exerçam as novas funções com disciplina, respeito pela hierarquia, competência, lealdade institucional, transparência e espírito de missão.
O apelo foi feito nesta sexta-feira, 11 de Setembro, durante o acto de empossamento de oficiais generais nomeados para novas funções de direcção, comando e chefia no Serviço de Inteligência e Segurança Militar (SISM) e no Gabinete de Estudos e Análises Estratégicas da Casa Militar do Presidente da República.
Na ocasião, João Ernesto dos Santos “Liberdade” recomendou aos empossados que coloquem os interesses superiores da República acima de quaisquer interesses individuais.
Na cerimónia, também procedeu-se à imposição de patentes aos oficiais generais da Casa Militar e do SISM recentemente promovidos.
O ministro de Estado destacou a importância do mérito e da valorização dos recursos humanos e defendeu o reforço de uma cultura institucional assente na competência e na responsabilidade.
“É fundamental que continuemos a fortalecer uma cultura institucional baseada no mérito, na responsabilidade e na valorização dos recursos humanos, pois uma organização moderna e eficaz começa, antes de tudo, pela qualidade dos seus quadros”, afirmou.
Aos novos responsáveis, o dirigente pediu ainda maior dedicação ao cumprimento das missões que lhes foram confiadas, considerando que as novas funções representam uma responsabilidade acrescida na construção de uma instituição castrense mais profissional, coesa, disciplinada, moderna e preparada.
Dirigindo-se ao director e à directora-adjunta do Gabinete de Estudos e Análises Estratégicas da Casa Militar do Presidente da República, João Ernesto dos Santos “Liberdade” recomendou rigor intelectual, capacidade de antecipação, espírito crítico e atenção permanente à evolução dos cenários estratégicos nacionais, regionais e internacionais.
Segundo o ministro de Estado, o Gabinete deve afirmar-se como um espaço de produção de conhecimento, análise prospectiva e elaboração de contributos consistentes para apoiar a tomada de decisões superiores, actuando com independência de pensamento, sentido institucional e absoluta lealdade aos interesses do país.




