Talatona – O ministro do Interior, Manuel Homem, defendeu, esta segunda-feira, em Luanda, a valorização e capacitação contínua dos efectivos, com vista a melhores respostas aos anseios de segurança pública.
Talatona – O ministro do Interior, Manuel Homem, defendeu, esta segunda-feira, em Luanda, a valorização e capacitação contínua dos efectivos, com vista a melhores respostas aos anseios de segurança pública.
Discursando na abertura do primeiro curso de Gestão Estratégica Policial, realizada no Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais “Osvaldo Serra Van-dúnem, o governante disse que uma polícia mais forte começa com efectivos mais valorizados e melhor preparados.
Manuel Homem acrescentou que o pelouro que dirige vai continuar a investir na capacitação dos quadros para fortalecer competências de gestão e desenvolver uma visão estratégica de actuação.
“A segurança pública exige dirigentes capazes de interpretar os sinais da sociedade, antecipar fenómenos, avaliar riscos e orientar respostas oportunas, e eficazes”, frisou.
Segundo ele, a realização do curso enquadra-se no plano estratégico de formação dos órgãos executivos do Ministério do Interior e assenta no pressuposto de que o principal capital da Polícia Nacional é o seu efectivo.
Presente no acto, o comandante-geral da Polícia Nacional, Francisco Ribas da Silva, referiu que se pretende criar uma cultura de pensamento estratégico, liderança e antecipação de riscos, com vista à melhoria do desempenho dos efectivos.
De acordo com o comandante-geral da PN, outro objectivo é desenvolver competências de comando e de direcção, planeamento, legislação policial, administração de recursos financeiros e logísticos, bem como operacionalização de tecnologias aliadas à actividade policial.
Para Francisco Ribas, o contexto socio-económico e geo-político actual impõem o aperfeiçoamento de competências de gestão estratégica nos oficiais da PN, visando o planeamento, a organização e análises na tomada de decisões.
O curso vai ser ministrado, numa primeira fase, a 57 oficiais comissários, directores nacionais e comandantes províncias.
A segunda fase vai estar direccionada a outros oficiais comissários, directores nacionais adjuntos e segundos comandantes provinciais.FCC/SC




