Luena – Académicos e profissionais da província do Moxico destacaram, esta quarta-feira, o primeiro Presidente de Angola e fundador da Nação, António Agostinho Neto, como uma figura de dimensão “imensurável”, dada a influência dos seus ideais na construção da identidade nacional.
Luena – Académicos e profissionais da província do Moxico destacaram, esta quarta-feira, o primeiro Presidente de Angola e fundador da Nação, António Agostinho Neto, como uma figura de dimensão “imensurável”, dada a influência dos seus ideais na construção da identidade nacional.
Em declarações à ANGOP, na antecâmara da celebração do “Dia do Herói Nacional”, que se assinala, quinta-feira, os interlocutores destacaram Agostinho Neto como uma personalidade “incontornável” na política, academia, guerrilha e literatura.
O docente universitário Viriato Adolfo considera o Herói Nacional como modelo a ser seguido no que diz respeito à paz social, à cultura, à ciência e ao trabalho, por ser uma individualidade ímpar na história do país.
“Quando olhamos para a insígnia da república, o hino e a bandeira nacionais, lembramo-nos de Agostinho Neto, porque é o nosso modelo”, enfatizou.
Para o estudante do 5.º ano de Ensino de Geografia, Azevedo Xieto, Neto, para além da política, academia e guerrilha, era também um “vidente” por ter vaticinado o futuro de Angola nos seus poemas.
Por seu turno, o enfermeiro Daviniel Castro, profissional de saúde há sete anos e se assumido como amante da História de Angola, sugeriu a necessidade de se reforçar a preservação do legado de Neto e a promoção da sua literatura.
“Teríamos todo o mês de Setembro dedicado à literatura, já que o fundador da nação era culto, e isso o tornaria imortal”, sugeriu.
Para o estudante da 12.ª classe do curso de Geografia e História, Euclides Mupila, o legado de Agostinho deve ser preservado em todas as esferas da vida política e social do país, por ser o maior construtor da nação angolana.
António Agostinho Neto nasceu no dia 17 de Setembro de 1922, em Kaxicane, município do Icolo e Bengo, província do Bengo, e faleceu a 10 de Setembro de 1979, na capital russa (Moscovo), por doença.
Para este ano, o acto central das festividades do Dia do Herói será realizado na cidade do Sumbe, capital da província do Cuanza-Sul, subordinado ao lema “Voltemos aos nossos campos para o aumento da produção agrícola”.GK/TST/YD




