Uma organização política pode tornar-se vulnerável quando negligencia a preparação dos seus próprios quadros, alertou a secretária-geral da OMA, Emília Carlota Dias, que defendeu, por isso, o reforço contínuo da formação político-ideológica das militantes.
Carlota Dias falava durante uma formação político-ideológica, promovida pelo Secretariado Nacional da OMA, dirigida aos membros dos Comités Nacional e Provinciais da organização. A acção formativa tem como objectivo reforçar a preparação dos quadros e aprofundar o conhecimento dos documentos orientadores do MPLA e da OMA.
Segundo a secretária-geral do braço feminino do MPLA, a formação dos militantes e o domínio dos documentos orientadores constituem factores essenciais para consolidar a consciência política e a identidade das integrantes da organização, permitindo melhorar a sua intervenção no partido e na sociedade.
A dirigente explicou que a iniciativa decorre de uma orientação do Presidente do MPLA, João Lourenço, que tem defendido a preparação permanente dos militantes como instrumento para o fortalecimento da organização.
Entre os principais conteúdos da formação, consta o estudo dos documentos orientadores da OMA e do MPLA, incluindo os Estatutos, o Programa de Acção da organização e a Tese aprovada no 8.º Congresso Ordinário da OMA.
Carlota Dias sublinhou, igualmente, a necessidade de aprofundar a consciência histórica e política das militantes, numa altura em que se aproxima o 9.º Congresso Ordinário do MPLA e as Eleições Gerais de 2027.
Neste contexto, considerou fundamental que a OMA prepare quadros capazes de compreender a linha política do partido e articulá-la com a realidade das comunidades onde desenvolvem as suas actividades político-partidárias.




