Luanda – O chefe da Delegação Regional do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) para a África Austral, Jean-Nicolas Paquet-Rouleau, apresentou, esta segunda-feira, ao ministro das Relações Exteriores, Téte António, as cartas credenciais que o acreditam como representante da organização em Angola.
Luanda – O chefe da Delegação Regional do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) para a África Austral, Jean-Nicolas Paquet-Rouleau, apresentou, esta segunda-feira, ao ministro das Relações Exteriores, Téte António, as cartas credenciais que o acreditam como representante da organização em Angola.
A apresentação das cartas credenciais ocorreu no final da audiência concedida pelo ministro Téte António ao responsável do CICV para a África Austral, com sede em Pretória, República da África do Sul.
O encontro, que contou com a presença da presidente da Cruz Vermelha de Angola (CVA), Delfina Cumandala, permitiu abordar questões de interesse humanitário e institucional, com destaque para a assistência às populações afectadas por conflitos e crises, a promoção da paz e do Direito Internacional Humanitário.
As partes analisaram igualmente o reforço da cooperação entre Angola, o CICV, o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e os demais parceiros internacionais.
A cooperação com o CICV reveste-se de particular importância para o desenvolvimento de acções humanitárias e o reforço das capacidades nacionais de resposta às necessidades das populações vulneráveis.
O Comité Internacional da Cruz Vermelha é uma organização humanitária independente e imparcial, cuja missão consiste em proteger e prestar assistência às pessoas afectadas por conflitos armados e outras situações de violência.
A organização trabalha para assegurar o respeito pelo Direito Internacional Humanitário, promover a protecção da população civil, visitar pessoas privadas de liberdade, restabelecer os laços familiares separados pelos conflitos e apoiar as comunidades afectadas.
A actuação do CICV assenta nos princípios da humanidade, imparcialidade, neutralidade e independência, com o propósito de aliviar o sofrimento humano e contribuir para a dignidade e protecção das pessoas afectadas por conflitos e outras situações de emergência.
O encontro reafirmou o compromisso de Angola e do CICV com a promoção da paz, a protecção das populações e o fortalecimento da cooperação regional e internacional em matéria humanitária..ART




