A Bienal de Luanda é uma oportunidade soberana para divulgar as boas práticas de promoção da paz, reconciliação nacional e gestão de recursos hídricos, afirmou o coordenador do Comité Nacional de Gestão do evento, embaixador Diekumpuna Sita José.
O diplomata falava na última terça-feira, na abertura da II Conferência Nacional Ecuménica sobre o resgate de valores morais e cívicos.
O encontro, promovido pelo Conselho de Igrejas Cristãs em Angola (CICA), enquadra-se no roteiro de actividades da IV edição da Bienal de Luanda. Para o embaixador, o histórico de Angola na conquista da paz em 2002 e na consolidação da reconciliação nacional serve de referência para países africanos ainda em conflito.
Sita José defendeu que este património de diálogo e concertação merece maior visibilidade na comunicação social nacional e estrangeira.
O embaixador sublinhou que a história recente de Angola não deve ser apenas guardada nos arquivos institucionais, mas sim amplamente partilhada através de reportagens, documentários e debates mediáticos.
“Esse labor merece ser divulgado amplamente”, frisou, sublinhando o papel dos actores políticos e religiosos na sua difusão dentro e fora do continente.
O coordenador realçou ainda que o Fórum Pan-Africano, que hoje arranca em Luanda, tem reservados painéis temáticos dedicados à governação da água em África e ao papel da juventude na prevenção e resolução de litígios no continente.




