Sucessão: "MPLA não consegue alterar a Constituição"

Luanda - Em Angola, vários candidatos preparam-se para suceder a João Lourenço na chefia do MPLA e, sobretudo, no cargo de Presidente da República.
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QUEM É O VERDADEIRO FOFOQUEIRO? (Filipe Martins)
Se seguimos a lógica do provérbio — "loiça suja lava-se em casa" — então:
O General Higino Carneiro, ao que tudo indica, respeitou essa norma: foi à sede do Partido, reuniu com o Presidente e ali trataram da “loiça”.
Já o Presidente do Partido resolveu, posteriormente, tornar pública a conversa privada, revelando detalhes de uma troca que, até então, se mantinha no foro interno.
Conclusão provisória: Se alguém expôs a loiça lavada, foi o Presidente. Logo, o “fofoqueiro” não pode ser outro senão ele, segundo essa lógica.
2. Quem está a falhar?
Se o Partido tem um Comité de Disciplina e Ética, a sua missão é zelar pelo cumprimento dos princípios éticos e da conduta dos seus membros, sem excepção de hierarquia.
Neste caso, quem revelou publicamente os assuntos internos, quebrou a ética da reserva institucional, independentemente da posição que ocupe.
Logo, sim, do ponto de vista de coerência estatutária, o Presidente deveria ser ouvido (ou até chamado a prestar esclarecimentos) pelo Comité de Disciplina e Ética — tal como qualquer outro militante seria.
3. Um precedente perigoso?
Se o Presidente fala publicamente sobre questões internas com outros camaradas, não estará a abrir um precedente para que todos façam o mesmo?
Isso descredibiliza o princípio da confidencialidade institucional.
E enfraquece a autoridade moral para disciplinar militantes que, por exemplo, usem redes sociais para desabafar ou criticar o partido.
Reflexão final: Num partido sério, a ética deve ser igual para todos, do militante de base ao presidente.
Se o Partido só aplica disciplina aos “pequenos” e fecha os olhos quando se trata dos “grandes”, então não está a praticar disciplina — está a fazer gestão de poder, e isso é outra coisa.
Sempre a lamber cus? Vosso tempo já acabou! O tempo das intrigas, o tempo do cabritismo, o tempo do preferencialismo aos gestores portugueses, tudo isso acabou pra vocês! Essa é a parte que mais gosto no João Lourenço, mesmo sabendo que muito pouco fez, sinto-me alegre ao ver que estoirou o ninho dos marimbondos. Você Sr formiga que de formiga só tem a cabeça, tás aí tipo um mongoloide, com mal aspecto, ainda vamos papar a tua senhora.


