Os problemas estruturais e conjunturais do sistema educativo em Angola requerem maior atenção, mais investimento orçamental e de capital humano, defendeu, quinta-feira, em Luanda, a UNITA.
O maior partido na oposição realizou uma conferência de imprensa para apresentar o que considera serem “problemas estruturais da Educação e do Ensino Superior em Angola” e os desafios da preparação do ano lectivo 2026/2027.
O encontro com os jornalistas foi presidido pelo deputado Raul Tati, tendo apresentado preocupações relacionadas com as infra-estruturas, cobertura escolar, condições das escolas públicas, disparidades e assimetrias regionais, défice de professores, bem como condições laborais e salariais.
Sobre o ensino superior, falou sobre as condições das instituições do referido sistema, a distribuição de vagas, condições laborais e salariais dos docentes, bem como a insatisfação a nível da carreira docente.
“Ainda vamos a tempo de termos um ano lectivo sem turbulências e sem o espectro da greve”, exortou o parlamentar, para quem essa realidade “dependerá, em grande parte, da boa vontade do Executivo em atender às reivindicações dos professores”.




