Os deputados da UNITA, maior partido da oposição em Angola, mostraram-se preocupado com a troca do nome do empresário Monteiro Capunga para o bispo José Quipungo, dos 14 edifícios, recentemente inaugurados na carreira de tiro, município do Quéssua, província de Malanje.
Os políticos daquele partido composto por deputados e o primeiro secretário provincial, reuniram a imprensa para pedir esclarecimentos ao executivo, a razão da troca repentina do nome já aprovado em assembleia comunitária.
O primeiro secretário provincial e membro da Assembleia Nacional, Mardanes Calunga disse que o governo central deve respeitar a opinião da população geral que vive e reconhece os feitos dos seus antepassados.
Acresceu que o governo provincial, realizou um encontro com as comunidades, onde ficou aprovado batizar o projeto habitacional dos 14 edifícios com o nome do malogrado deputado Monteiro Capunga e para a insatisfação do povo na última hora, anunciaram o nome do Bispo José Quipungo.
O político fez saber que o Bispo José Quipungo é filho deste país e fez muito pela pátria e em particular a província de Malanje.
"Mas o empresário Monteiro Kapunga, fez muito mais pelo povo Malanjino e a soberania pertence ao povo e os conselhos provinciais, criaram um espaço para interagir com a população com vista a mostrar decisões e tendo em conta o bem estar das comunidades".
Segundo ele, a escolha do nome do empresário Monteiro Pinto Capunga, não foi a caso porque ele foi uma das poucas pessoas e filho desta província que ajudou muita gente a construir residência, asfaltagem em vários pontos da cidade, formou jovens quer em Angola como fora do país e deu bolsas de estudo para os jovens que hoje estão a trabalhar para o desenvolvimento de Malanje e em vários pontos de Angola.
Mardanes Calunga realçou que com a mudança do nome do empresário para o Bispo José Quipungo, o executivo criou descontentamento das populações que de certa forma nunca será esquecido.




