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Resumo: Seleção angolana de MMA brilhou no Campeonato Mundial em Tbilisi (Geórgia), conquistando 11 medalhas, incluindo três ouros no escalão júnior e sênior.
Em 2 de outubro de 2025, em Tbilisi, capital da Geórgia, a seleção nacional de MMA de Angola destacou-se no Campeonato Mundial Amador, reunindo competidores de diversas nações. Sob orientação da Federação Angolana de Desportos de Combate, a equipa evidenciou preparo físico e estratégia, competindo em várias categorias e alcançando resultados expressivos. Este evento reforça a projeção internacional dos atletas angolanos.
Os atletas angolanos conquistaram um total de 11 medalhas, superando as nove obtidas no mundial anterior em Tashkent. Entre estas, destacam-se três ouros, uma prata e sete bronzes, refletindo a evolução da modalidade no país. O desempenho coletivo traduz o esforço de toda a equipa técnica e atletas, que aproveitaram cada combate para impor estilo agressivo e táticas bem definidas.
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Em nível sénior, a lutadora Maria Kitoko revalidou o título mundial na categoria até 74,8 kg, vencendo Qaraqat Mashirap, do Cazaquistão, por TKO. Além disso, Elfran Marques, Esperança Chilala, Cláudia Santos, Jomar de Sousa e Jeorgina Ludmila garantiram medalhas de bronze em disputas acirradas. Essa performance destaca o crescimento técnico dos atletas mais experientes da equipa angolana. Os combates ocorreram em tatames de performance, testando resistência e agilidade dos lutadores.
Na categoria júnior, Daniela Mandanji e Milfa Nicolau garantiram medalhas de ouro, derrotando adversários ucranianos nas categorias de 61,2 kg e 88,4 kg, respetivamente. Mandanji venceu por decisão unânime, enquanto Nicolau precisou de apenas um assalto para impor domínio absoluto. Essas conquistas reforçam o trabalho de formação de jovens talentos e revelam a nova geração promissora do MMA angolano. Os combates júnior foram vitrine para o talento e dedicação dos atletas.
A prata foi conquistada por após combate equilibrado, enquanto sete medalhas de bronze couberam a , , , , , e . Este desempenho coletivo destaca a profundidade do plantel e põe Angola em evidência como potência emergente no MMA mundial. O resultado é fruto de preparação intensa e confirma a força crescente do país na modalidade global.
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