Angola defende na ONU eliminação total das armas nucleares e reforço do desarmamento

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: Em Nova Iorque, Angola apelou ao reforço dos esforços internacionais para eliminar as armas nucleares e voltou a defender o multilateralismo, a não proliferação e o uso pacífico da energia nuclear.
Pontos-chave
Angola defendeu, em Nova Iorque, o reforço das acções internacionais para a eliminação total das armas nucleares, durante a Reunião de Alto Nível sobre o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, realizada no quadro da 81.ª Sessão da Assembleia Geral da ONU.
[2] Jornal de Angola[1] GiraNotíciasA representante permanente de Angola junto do escritório da ONU em Viena, Isabel de Jesus Godinho, afirmou que a eliminação das armas nucleares continua a ser uma responsabilidade maior da comunidade internacional e alertou que o impacto destrutivo destas armas ultrapassaria qualquer capacidade de resposta humanitária.
[2] Jornal de Angola[3] Jornal de Angola
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A diplomata disse ainda que as tensões geopolíticas e a persistência de conflitos exigem diálogo contínuo, diplomacia preventiva e compromisso renovado com o multilateralismo, defendendo a revitalização dos mecanismos multilaterais de desarmamento para que se mantenham inclusivos, credíveis e eficazes.
[1] GiraNotícias[3] Jornal de AngolaAngola reafirmou o empenho na implementação dos instrumentos internacionais de desarmamento e não proliferação, incluindo os tratados sobre a Não Proliferação das Armas Nucleares, de Pelindaba e sobre a Proibição das Armas Nucleares.
[1] GiraNotícias[3] Jornal de AngolaNa componente pacífica da tecnologia nuclear, Angola destacou a cooperação com a Agência Internacional de Energia Atómica nas áreas da medicina nuclear, agricultura, gestão dos recursos hídricos e protecção ambiental, além do investimento em formação de especialistas, segurança radiológica e modernização institucional.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de Angola



