Angola e China reforçam cooperação geológica em Luanda com foco no cobre e nas terras raras

Imagem: Correio Kianda
Resumo: CCIGPMA e o Instituto de Levantamento Geológico de Sichuan avançaram em Luanda com entendimentos para cooperação em minerais críticos, financiamento, serviços geológicos e formação técnica, num contexto de aposta na transformação local do sector mineiro.
Pontos-chave
A Câmara de Comércio e Indústria de Gás, Petróleo e Minérios de Angola e o Instituto de Levantamento Geológico de Sichuan, da China, reuniram-se em Luanda para afinar estratégias de cooperação geológica e de transformação local de recursos minerais estratégicos, com destaque para o cobre e as terras raras.
[1] ANGOP[2] Correio KiandaSegundo as duas publicações, a parceria inclui financiamento mineiro, acordos de escoamento e comercialização, prestação de serviços geológicos de alta precisão, transferência de tecnologia e programas de capacitação para estudantes e profissionais angolanos, com referência à Universidade Agostinho Neto.
[1] ANGOP[2] Correio Kianda
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Os relatos também enquadram o entendimento na estratégia de diversificação económica e de consolidação de Angola no mapa dos minerais críticos. A ANGOP refere que o encontro serviu para identificar novas áreas de cooperação e lançar bases para futuros acordos bilaterais, enquanto o Correio Kianda diz que já foram assinados memorandos de entendimento.
[1] ANGOP[2] Correio KiandaAs duas fontes apontam projectos em curso como contexto para esta aproximação, incluindo Longonjo, no Huambo, ligado às terras raras, e a Mina de Cobre do Tetelo, que a ANGOP diz ter mais de 725 mil toneladas de minério lavrado e meta de 13.200 toneladas diárias até 2030, com criação de mais de 3.600 empregos.
[1] ANGOP[2] Correio Kianda


