Angola reafirma meta de exportar energia da barragem de Caculo Cabaça para a SADC; obra tem entre 30% e 58% de execução e primeira turbina é esperada em 2027

Imagem: Correio Kianda
Resumo: O Governo voltou a dizer que o aproveitamento hidroeléctrico de Caculo Cabaça poderá abastecer países da SADC, enquanto decorrem obras com prazos de arranque e níveis de execução apresentados de forma diferente pelas fontes.
Pontos-chave
Angola reiterou a intenção de fornecer energia eléctrica a países da SADC a partir de Caculo Cabaça, depois de uma visita ao empreendimento no município de Cambambe, onde o ministro de Estado José de Lima Massano disse que estão em curso estratégias para viabilizar a exportação para os vizinhos, tendo em conta a capacidade prevista do projecto.
[1] ANGOPA obra é descrita como tendo uma execução física de 58% pela ANGOP, com a entrada em funcionamento da primeira turbina prevista para Junho de 2027 e a activação faseada das restantes três; já o Correio Kianda refere uma execução física de 30% e também indica 2027 como o início da produção, citando o Presidente João Lourenço no discurso sobre o Estado da Nação.
[1] ANGOP[2] Correio Kianda
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As duas notícias convergem ao apontar Caculo Cabaça como peça central para reforçar a oferta eléctrica nacional e abrir margem para exportação regional; a ANGOP acrescenta que o projecto, iniciado em 2015, inclui uma central subterrânea e dois túneis de restituição com mais de cinco quilómetros, enquanto o Correio Kianda afirma que a barragem poderá elevar a capacidade instalada do país para cerca de 8.000 megawatts até ao final de 2027.
[1] ANGOP[2] Correio Kianda



