Angola reforça diagnóstico precoce da anemia falciforme no II Congresso de Hematologia, que reúne cerca de 600 profissionais em Luanda

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: Autoridades de saúde e especialistas defenderam mais diagnóstico precoce, mais dádiva de sangue e maior cooperação científica para melhorar a resposta à doença falciforme em Angola.
Pontos-chave
Na abertura do II Congresso Angolano de Hematologia e Imuno-Hemoterapia, em Luanda, o secretário de Estado para a Área Hospitalar, Leonardo Inocêncio, afirmou que o reforço do diagnóstico precoce e do tratamento da anemia falciforme é um dos principais desafios da hematologia no país.
[1] ANGOP[2] Jornal de AngolaOs relatos das duas publicações convergem em que o encontro decorre sob o lema “Excelência em Hematologia e Hemoterapia: Segurança, Qualidade e Tecnologia”, reúne cerca de 600 profissionais nacionais e estrangeiros e inclui também a 3.ª Conferência Internacional da ALUA, com foco na partilha de conhecimentos, investigação e cooperação lusófona.
[2] Jornal de Angola[3] Jornal de Angola
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Leonardo Inocêncio e a presidente da ALUA, Celeste Bento, insistiram que o diagnóstico neonatal, o acompanhamento regular, a vacinação, os antibióticos e a hidroxiureia ajudam a reduzir complicações e mortalidade infantil, embora a doença continue sem cura. Celeste Bento sublinhou ainda que a patologia é genética, hereditária e não contagiosa.
[1] ANGOP[3] Jornal de AngolaNo capítulo da hemoterapia, o Instituto Nacional de Sangue referiu que Angola precisa de cerca de 360 mil dadores regulares, mas tem actualmente perto de 180 mil. O apelo foi para reforçar a dádiva voluntária, numa altura em que o sangue é necessário para acidentes, cirurgias, maternidade, oncologia e doentes com doença falciforme.
[1] ANGOP



