Angola tem 220 locais de desembarque de pescado; 115 são informais e governo quer organizar os cais até ao próximo ano

Imagem: Ver Angola
Resumo: A ministra das Pescas e Recursos Marinhos disse que o país tem 220 locais de desembarque de pescado, mais de metade informais, e que o sector quer reorganizar as infra-estruturas com investimento público-privado.
Pontos-chave
A ministra das Pescas e Recursos Marinhos afirmou que Angola tem 220 locais de desembarque de pescado, dos quais 115 são informais, e que estes cais conflituam com outras ocupações na costa marítima. Segundo a governante, o sector pretende concluir no próximo ano o processo de organização destes pontos de desembarque, com infra-estruturas básicas como gelo, água, energia, conservação, inspecção sanitária, manutenção de embarcações e transporte adequado.
[1] Ver Angola[2] Folha 8As duas reportagens referem que a intervenção foi feita na abertura da VI Conferência E&M sobre Economia Azul, onde a ministra defendeu investimento de qualidade, público e privado, para apoiar a construção e manutenção dessas infra-estruturas. Ambas também registam que o Standard Bank Angola chamou a atenção para a necessidade de projectos bem estruturados para atrair financiamento, num contexto em que o Corredor do Lobito é apresentado como via relevante para o escoamento de pescado e sal.
[1] Ver Angola[2] Folha 8
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