Angola tem 222 pontos de desembarque de pescado, com 116 informais, e Governo quer formalizar o sector

Imagem: Valor Económico
Resumo: A ministra das Pescas e dos Recursos Marinhos afirmou em Luanda que o país conta com 222 pontos de desembarque de pescado, defendendo a formalização dos cais informais e a reorganização das infra-estruturas costeiras.
Pontos-chave
Em Luanda, a ministra Carmen do Sacramento Neto indicou que Angola dispõe de 222 pontos de desembarque de pescado, dos quais 116 operam na informalidade. A governante disse que o Executivo quer formalizar esses locais e organizar o sector com infra-estruturas básicas, como gelo, água, energia, conservação, inspecção sanitária e transporte adequado.
[2] GiraNotíciasA mesma intervenção enquadrou a medida numa estratégia mais ampla de economia azul: a ministra defendeu uma visão integrada entre pescas, aquicultura, sal, portos, transportes marítimos e construção naval, argumentando que o potencial marítimo deve gerar mais valor económico no país. O Valor Económico refere, porém, 220 locais de desembarque, com 115 informais, o que sugere diferença de contagem entre as duas reportagens, embora ambas apontem para uma forte informalidade no sector.
[1] Valor Económico[2] GiraNotícias
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As duas fontes convergem na ideia de que os cais informais têm criado conflitos com outras ocupações da costa e que o Governo pretende reorganizar o desembarque para melhorar a economia ligada ao mar, reforçar a inclusão social e apoiar a transformação do pescado. Uma das reportagens acrescenta que a conferência reuniu decisores, empresários e especialistas para discutir infra-estruturas portuárias, cadeias de valor e investimento no sector marítimo.
[2] GiraNotícias[1] Valor Económico

