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Resumo: O ano lectivo 2026/2027 arrancou em Angola com mais de 9,8 milhões de alunos, novas escolas, reabertura de unidades requalificadas e reforço de manuais e carteiras.
O novo ano lectivo 2026/2027 começou com o sector da Educação a garantir condições para receber mais de 9,8 milhões de alunos em todo o país. A abertura oficial decorreu no Huambo e foi marcada por apelos à dedicação de professores, gestores, pais e encarregados de educação para um arranque com menos constrangimentos.
As autoridades anunciaram uma rede superior a 12 mil escolas, com a reabertura de estabelecimentos requalificados e a aprovação de novas infra-estruturas no âmbito do projecto Minha Escola. Em paralelo, mantém-se o esforço de expansão da oferta educativa para acompanhar o crescimento da população estudantil e melhorar o acesso nas províncias.
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O Ministério da Educação destacou também a distribuição de milhões de manuais escolares e de milhares de carteiras, reforço que deverá aliviar carências sentidas em várias escolas públicas. Os manuais continuam gratuitos da iniciação à 6.ª classe, medida apontada como importante para reduzir a pressão sobre os orçamentos familiares no início das aulas.
Outro destaque foi o Programa Nacional de Alimentação Escolar, que deverá abranger cerca de três milhões de alunos. A tutela considera que esta resposta ajuda a fixar os estudantes nas salas de aula e a melhorar o aproveitamento. Em simultâneo, prosseguem reformas para modernizar a gestão escolar e elevar a qualidade do ensino.
Apesar dos anúncios, persistem dificuldades pontuais em algumas escolas, desde listas de turmas por afixar até constrangimentos na distribuição de materiais. Ainda assim, as direcções escolares e as autoridades provinciais asseguram que o arranque deverá acontecer com normalidade, combinando organização pedagógica, reforço de recursos e maior acompanhamento às famílias.
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