Baía de Luanda: ambientalista pede reforço da fiscalização após investigação preliminar detectar fezes em 25 de Setembro

Imagem: Hold On Angola
Resumo: Rafael Lucas pediu mais prevenção, saneamento e fiscalização ambiental depois de uma investigação preliminar ter apontado elevadas concentrações de fezes na Baía de Luanda. No mesmo período, o Ministério do Ambiente realizou em Luanda uma conferência para reforçar o combate à poluição costeira e à gestão de resíduos.
Pontos-chave
Rafael Lucas defendeu maior investimento em prevenção, saneamento básico e fiscalização ambiental depois de uma investigação preliminar ter detectado elevadas concentrações de fezes na Baía de Luanda, na sequência de alterações anormais na cor da água e do aparecimento de peixes mortos observados a 25 de Setembro. O ambientalista disse ainda que a protecção dos ecossistemas marinhos exige intervenções contínuas, além de reforço da monitorização da qualidade da água, tratamento de águas residuais e gestão correcta dos resíduos sólidos.
[1] Hold On AngolaA investigação preliminar foi feita pela EcoAngola e pelos Guardiões da Costa Uangolê, que reconheceram limitações analíticas e defenderam novas análises laboratoriais para confirmar os dados e a validação por um laboratório acreditado segundo a norma ISO/IEC 17025:2017. Em Luanda, o Ministério do Ambiente realizou a Conferência Nacional de Combate ao Desastre da Biodiversidade, presidida por Ana Paula de Carvalho Pereira, com foco na prevenção da poluição costeira e na sensibilização para a eliminação progressiva dos resíduos sólidos.
[1] Hold On Angola[2] O País



