BNA reafirma reformas cambiais e projeta reservas de 16,5 mil milhões de dólares até ao fim de 2026

Imagem: ANGOP
Resumo: Em Banguecoque, o governador do BNA disse que Angola vai continuar a flexibilizar a taxa de câmbio e avançar para o regime de metas de inflação, numa agenda apresentada à margem das Reuniões Anuais do Banco Mundial e do FMI.
Pontos-chave
O governador do Banco Nacional de Angola, Manuel Tiago Dias, afirmou em Banguecoque que o banco central vai prosseguir as reformas no mercado cambial e flexibilizar a taxa de câmbio para aumentar a capacidade da economia de absorver choques externos.
[2] ANGOPSegundo o responsável, as reservas internacionais deverão chegar a 16,5 mil milhões de dólares até ao fim do ano, com cobertura de cerca de oito meses, apoiadas por desembolsos ao Tesouro e reembolsos do FMI.
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O mesmo encontro serviu para o Executivo voltar a destacar o fim do ciclo das reformas fiscais, a conclusão do PROPRIV e a previsão de entrada em vigor do IRPS e do IRPC em 2027, sinalizando continuidade das mudanças na política económica.
[1] ANGOP[3] GiraNotíciasAs intervenções angolanas nas Reuniões Anuais do Banco Mundial e do FMI também apontaram uma dívida pública em 51% do PIB, inflação estimada em 8,4% este ano e uma meta de um dígito no próximo exercício, enquanto a economia não petrolífera cresce acima do previsto.
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