Cabinda Regista Primeira Morte por Mpox

Resumo: Cabinda confirmou a primeira morte associada à Mpox, envolvendo uma paciente de 46 anos com doença infecciosa crónica. As autoridades dizem ter seguido o protocolo, mas a evolução foi rápida.
Pontos-chave
As autoridades de Cabinda confirmaram a morte de uma mulher de 46 anos diagnosticada com Mpox, num caso que passou a marcar a evolução recente da doença na província. Segundo a Saúde provincial, tratava-se de uma paciente com uma condição infecciosa crónica, já fragilizada antes do agravamento clínico provocado pela infecção viral.
O secretário provincial da Saúde, Rúben de Fátima Buco, explicou que a situação foi acompanhada segundo o protocolo de actuação em vigor. Ainda assim, o quadro evoluiu com rapidez e surgiram complicações severas, entre elas baixa hemoglobina e perfuração intestinal, sinais que indicaram uma deterioração clínica preocupante.
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Apesar da intervenção médica e do seguimento pelas equipas sanitárias, a doente não resistiu ao agravamento da doença e acabou por morrer. As informações divulgadas pelas autoridades sublinham que a combinação entre a Mpox e a doença preexistente reduziu a capacidade de resposta do organismo e aumentou o risco de descompensação.
O caso levou a novas mensagens de alerta sobre a importância da vigilância epidemiológica e do acompanhamento clínico rigoroso, sobretudo entre pessoas com outras patologias. Em Cabinda, a situação é tratada com atenção reforçada, porque a circulação do vírus continua a exigir rastreio, isolamento adequado e resposta rápida às suspeitas.
Além do óbito agora confirmado, a província mantém o registo de vários casos notificados e positivos, o que reforça a necessidade de prevenção comunitária. As autoridades sanitárias insistem na observação dos sintomas, na procura precoce de assistência médica e no cumprimento das orientações para travar novas cadeias de transmissão.


