
Resumo: Cabinda somou novos casos de Mpox e recebeu a ministra da Saúde para avaliar a resposta. As autoridades reforçam vigilância, rastreio e vacinação.
Cabinda tornou-se o principal foco da resposta nacional à Mpox, depois de registar rapidamente novos casos confirmados e suspeitos. As autoridades sanitárias apontam para uma circulação ativa da doença e reforçam a vigilância nas unidades de saúde, nos bairros mais afectados e nos pontos de entrada da província, sobretudo nas fronteiras com a RDC.
A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, deslocou-se à província para acompanhar de perto a situação epidemiológica e avaliar o plano provincial de resposta. No Hospital Central de Cabinda, recebeu dados actualizados sobre os casos, a evolução clínica dos pacientes e as medidas em curso para conter a propagação do vírus.
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Segundo os números apresentados, Cabinda concentra uma parte significativa dos casos nacionais, com centenas de confirmados e suspeitos em acompanhamento. As equipas médicas estão a reforçar o rastreio de pessoas com febre, lesões e erupções cutâneas, enquanto a vigilância epidemiológica se mantém activa nas áreas de maior mobilidade e risco.
A resposta inclui também coordenação com a Organização Mundial da Saúde e com as autoridades da República Democrática do Congo, numa lógica de cooperação transfronteiriça. Em paralelo, as autoridades provinciais aguardam a chegada de vacinas, com a continuidade da campanha de imunização prevista com apoio das FAA e do Ministério do Interior.
Além da avaliação no hospital, a ministra deverá visitar o Centro de Tratamento de Mpox na Centralidade Santana Pitra Petrof, para verificar as condições de assistência aos doentes. O objectivo é acelerar decisões clínicas, melhorar a gestão de recursos laboratoriais e travar a expansão da doença em Cabinda e no país.
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