Capotamento em Benguela mata três

Resumo: Um capotamento de um autocarro na Estrada Nacional 250, no troço Bocoio-Lobito, causou três mortes e várias dezenas de feridos. Autoridades locais prestaram socorro e investigam as causas do sinistro.
Pontos-chave
Na tarde de 28 de janeiro de 2026, um autocarro de passageiros capotou nas imediações do Alto Pundo, província de Benguela, provocando três óbitos no local e múltiplos feridos; as operações de socorro envolveram Polícia Nacional, bombeiros e equipas do INEMA, que procederam ao resgate das vítimas e ao encaminhamento para as unidades sanitárias mais próximas.
Relatos iniciais apontam excesso de velocidade como possível fator contributivo, embora as causas ainda estejam a ser apuradas pelas autoridades. O veículo pertencia a uma transportadora interprovincial, e entre os feridos há casos graves, incluindo trauma encefálico que exigiu transferência para unidade com neurocirurgia, enquanto outras vítimas receberam atendimento em hospitais regionais.
Fontes hospitalares referiram que o número de feridos varia conforme levantamentos, com relatos de 15 a 27 pessoas afetadas; há crianças entre os lesionados, mas a maioria apresenta escoriações e traumas de menor gravidade. Equipes médicas mantêm vigilância sobre os casos mais críticos e articulam triagem, tratamentos de emergência e transferências para centros especializados quando necessário.
As autoridades locais asseguraram que perícias no local prosseguem para identificar responsabilidades e circunstâncias do acidente, incluindo estado do veículo, condições da via e comportamento do motorista. Comunidades afetadas e passageiros receberam apoio inicial e familiares das vítimas foram informados pelas instituições sanitárias e forças de segurança envolvidas nas operações.
Este sinistro realça a necessidade de reforço das medidas de segurança rodoviária na Estrada Nacional 250 e em troços interprovinciais, bem como maior fiscalização do cumprimento de limites de velocidade e condições operacionais das transportadoras; analistas recomendam campanhas de prevenção, inspeções regulares e formação para reduzir riscos em tráfegos de longa distância.


