Carlitos Roberto rejeita ruptura na FNLA e promete unir gerações antes do 6.º congresso

Imagem: Correio Kianda
Resumo: O candidato à liderança da FNLA afirmou que não existe ruptura entre gerações e defendeu a reunificação interna, num momento em que o partido enfrenta divisões na preparação do congresso.
Pontos-chave
Carlitos Roberto rejeitou a ideia de uma ruptura entre as diferentes gerações da FNLA e disse que, caso seja eleito, vai trabalhar pela reunificação das estruturas e pela revitalização do partido, integrando militantes mais velhos e novas gerações sem excluir sensibilidades internas.
[2] Correio KiandaA posição surge num contexto de forte tensão interna na FNLA: segundo o Novo Jornal, o partido vive uma crise aguda antes do 6.º congresso ordinário, com duas comissões preparatórias paralelas e divergências na condução do processo, incluindo a eleição de Ndonda Nzinga pelo Comité Central e o adiamento unilateral do conclave para Novembro de 2026 por Nimi-a-Nsimbi.
[1] Novo Jornal
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O Novo Jornal aponta ainda que há seis candidatos formais apoiados pelo Comité Central — entre eles Carlito Roberto, Daniel Afonso, António Fernando Pedro Gomes, Kiaku Samuel Kiala, Sofia Coelho Afonso e Álvaro Domingos — numa disputa que se desenrola num partido fundado oficialmente a 27 de Março de 1962 por Holden Roberto.
[1] Novo JornalNas declarações divulgadas pelo Correio Kianda, Carlitos Roberto disse que a recuperação da FNLA deve assentar em consenso, diálogo e realismo, com prioridade ao interesse geral e à proximidade às comunidades, incluindo no Kwanza Norte, onde quer manter militantes antigos no processo de reconstrução.
[2] Correio Kianda


