CNJ contesta declarações e defende legalidade

Resumo: O CNJ desmente convocatória falsa e reafirma compromisso com a legalidade e estabilidade do movimento juvenil angolano.
Pontos-chave
Em 29 de dezembro de 2025, o Conselho Nacional de Juventude (CNJ) desmentiu uma convocatória falsa para uma Assembleia Geral. O CNJ afirmou que o documento era ilegal e não tinha respaldo jurídico.
O CNJ esclareceu que a convocatória foi promovida por indivíduos sem legitimidade, visando criar instabilidade no movimento juvenil. A organização reafirma seu compromisso com a legalidade e a unidade.
Além disso, o CNJ confirmou a exclusão da organização UNE-ANGOLA por incumprimento das obrigações estatutárias. A decisão foi tomada após uma análise rigorosa das violações cometidas.
As associações membros do CNJ também contestaram as declarações do presidente cessante, Isaías Kalunga, defendendo a legalidade da convocação de Assembleias Gerais Extraordinárias em situações de violação estatutária.
O CNJ anunciou a instauração de um processo-crime contra os envolvidos na convocatória falsa, reafirmando seu compromisso com a defesa da juventude e da legalidade em Angola.



