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Resumo: As eleições na Guiné, marcadas por um contexto de repressão, são vistas como uma tentativa de legitimação do poder do líder da junta militar.
Em 28 de dezembro de 2025, os guineenses votam para eleger um novo presidente, marcando as primeiras eleições desde o golpe de 2021. O general Mamadi Doumbouya, atual líder, é considerado o favorito devido à fraqueza da oposição.
A campanha eleitoral foi caracterizada por uma repressão severa da dissidência, com mais de 50 partidos políticos dissolvidos. Essa situação levanta preocupações sobre a legitimidade do processo eleitoral e a real possibilidade de uma competição justa.
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Os críticos afirmam que as eleições são uma formalidade, com o controle absoluto do Estado e das forças de segurança por parte de Doumbouya. A participação da oposição é vista como um sinal de sua fragilidade e falta de apoio popular.
Apesar dos ricos recursos minerais da Guiné, a maioria da população enfrenta pobreza extrema e insegurança alimentar. A situação socioeconômica do país continua a ser uma preocupação central, mesmo em meio ao processo eleitoral.
As eleições são interpretadas como um passo crucial na transição política do país, mas muitos especialistas alertam que a falta de um debate aberto e a repressão da oposição comprometem a credibilidade do pleito.
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